Político · EDUARDO BOLSONARO · 2023-03-08

Contestação à declaração do Ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, a respeito das drogas. Sucesso das ações de combate ao narcotráfico adotadas pelo Governo Jair Bolsonaro. Eficiência da Polícia Rodoviária Federal na apreensão de substâncias entorpecentes. Posicionamento do orador contrário à descriminalização das drogas.

BREVES COMUNICAÇÕES

Trecho do texto

PRIMEIROS 2000 CARACTERES

O SR. EDUARDO BOLSONARO (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Presidente, nesta semana, o Ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, disse o seguinte: "A guerra às drogas causa um prejuízo irreparável na sociedade brasileira". É o que consta no portal Metrópoles. O problema é que o Brasil nunca teve uma guerra às drogas. A primeira vez em que houve um combate efetivo às drogas, prezados Deputados Luiz Lima, Gustavo Gayer, Carlos Jordy, foi quando o Presidente Bolsonaro assumiu a Presidência da República e deu a retaguarda necessária e a confiança suficiente para que os agentes pudessem implementar um efetivo combate às drogas, limpando as ruas brasileiras desse vício, desse mal. Só uma mãe que tem o filho jogado no mundo das drogas sabe dizer como é essa situação. Por isso, o Governo Bolsonaro batia recorde em cima de recorde quando se falava em apreensão de drogas. Nós temos, talvez, a polícia mais eficiente do mundo nesse combate: a Polícia Rodoviária Federal, que está nas estradas. É a polícia que mais apreende drogas não só no Brasil, mas provavelmente no mundo. Essa é uma visão, no mínimo, equivocada. É mais um passo para dar conforto à vagabundagem, como se não bastassem as filósofas do PT, como a candidata ao Governo do Estado do Rio de Janeiro Márcia Tiburi, que vê lógica no assalto. Esse tipo de discurso justifica o crime antes mesmo de acontecer, dando mais tranquilidade ao marginal. Por isso, nos anos 80, as taxas de homicídio eram infinitamente menores do que são hoje. Atualmente, o cara que comete um crime responde em liberdade; tem, de certa maneira, a advocacia para cuidar de toda a sua vida; se for preso em flagrante, sai na audiência de custódia; se ficar preso, fica tranquilo, porque há progressão de regime, visita íntima, saidão, saidinha, indulto. Então, esse cara praticamente não fica preso. As raras vezes em que um vagabundo como esse, com aquela ficha criminal de dar a volta no quarteirão, não comete um delito, prezada D

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