Político · NIKOLAS FERREIRA · 2025-12-10

O Deputado afirmou que a cassação de um Parlamentar eleito, objeto do Projeto de Resolução nº 86, de 2025, que declara a perda do mandato do Deputado Glauber Braga, por procedimento incompatível com o decoro parlamentar, representava uma medida grave e disse não considerar Glauber Braga corrupto, mas o acusou de mentir em sua defesa. Sustentou ainda que não houve comprovação de agressão à mãe de Glauber e classificou a justificativa como tentativa de sensibilização. Também apontou contradição en

COMO LÍDER

Trecho do texto

PRIMEIROS 2000 CARACTERES

O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Senhoras e senhores, boa noite. Retirar o mandato de um Parlamentar eleito pela população, com votos — todos nós aqui somos políticos e sabemos da dificuldade que é ser eleito —, é algo muito grave. E não tenho dúvida de que nenhum Deputado aqui fica satisfeito por, no momento em que deveríamos estar trabalhando pelo povo, ter que literalmente perder tempo para discutir essas questões. Pelo discurso do Deputado Glauber Braga, eu fiquei convencido de que corrupto ele não é; mas mentiroso, eu tenho certeza. Por quê? A argumentação que ele apresentou a respeito de por que deu os pontapés numa pessoa que estava perguntando, provocando — como vários de nós somos provocados aqui, todos os dias —, é mentirosa. Ele disse que a mãe foi agredida e que, por isso, reagiu. Isso não consta, em momento algum, provado em sua defesa, quero deixar bem claro. Então, é um álibi criado para nos sensibilizar. Por que eu digo isso? Porque, se ele estivesse, Deputado Chico, defendendo a sua dignidade perante um ataque à sua família, à sua esposa ou ao seu pai, eu confesso que ele estaria correto. Se eu estou andando aqui nestes corredores, e alguém ataca a minha filha, a minha esposa, a minha mãe ou o meu pai, um homem defende a sua dignidade. Oras! Ele vai ver a pessoa com quem casou sendo, talvez, escorraçada, caluniada e difamada e vai ficar passivo? Não! Somos pacíficos, mas não passivos. O próprio Jesus, quando viu os fariseus fazendo comércio com o nome do Pai dele, levantou e falou: "Fariseus, raça de víboras!" Se, hoje, alguém tivesse essa atitude, esse ímpeto, talvez fosse chamado de alguma outra coisa. Ou seja, o que eu estou querendo dizer? Que a mentira do Glauber o levou a não alcançar a verdade. E qual é a verdade? A verdade é que, em situações bem parecidas e realmente piores, não houve a misericórdia por que tanto estão clamando aqui neste momento. Quero dar aqui alguns exemplos

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