Político · EDUARDO BOLSONARO · 2023-12-05

O Deputado saudou o representante do escritório de Taiwan no Brasil. Ressaltou sua postura crítica em relação à China e comentou sobre sua recente viagem ao Oriente Médio. Ele destacou a diferença entre esses países e o Brasil, apontando falhas em políticas nacionais, como o desarmamento, e expressou preocupação com a implementação de políticas ESG no País, considerando-as prejudiciais à economia. Alertou sobre a influência europeia na criação de barreiras protecionistas e estrangulamento de eco

BREVES COMUNICAÇÕES

Trecho do texto

PRIMEIROS 2000 CARACTERES

O SR. EDUARDO BOLSONARO (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu começo o meu discurso saudando o representante do escritório de Taiwan no Brasil, o Sr. Benito Liao. Eu, Deputado Eduardo Bolsonaro, sou o único Deputado desta Casa que tem duas declarações oficiais da Embaixada da China contra a minha pessoa por utilizar a liberdade de expressão para alertar o mundo sobre muitas coisas que a China faz, em especial em relação à espionagem, e, na pandemia, o que foi aquele país fazer uso dela para fazer as suas políticas de condicionamento de venda de vacinas, máscaras e outros insumos. Isso daí não podemos aceitar. Talvez, na China, eles não estejam habituados com Twitter, Facebook, redes sociais, mas aqui no Brasil os Deputados têm que ser respeitados. Presidente, feita essa preliminar, estou retornando de uma viagem do Oriente Médio, passando por Dubai, Abu Dhabi, Bahrein, mas é gritante ver a diferença que existe entre esses países e aqueles verdadeiros países de Primeiro Mundo — onde não se encontra, Deputado Luiz Lima, um muro pichado, um papel na rua, tudo é asfaltado, tudo é bonitinho, todo mundo segue as regras. Há um contraste com o que ocorre no nosso Rio de Janeiro, com tristes cenas de violência em Copacabana, um contraste bizarro! Por quê? Porque lá eles estão discutindo energia, segurança alimentar, educação, cidades futuristas, como na Arábia Saudita, The Line, NEOM. E aqui no Brasil temos um evento do Ministério da Saúde, com dança "batcu", o fim das escolas cívico-militares, patrocinados pelo Governo Lula, e o desarmamento da população, o que já está trazendo reflexos para a segurança. Certamente, quando vierem os números, vamos sentir a população pagando com o seu próprio sangue por essa política genocida, chamada de desarmamento. E a coisa só piora! Na COP 28, o Lula fala que os fóruns internacionais têm que tomar as decisões e que elas têm que ser implementadas nos países, sem que tenham que passar pelos respectivos Congressos Nacionai

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